Após 11 meses, o meia Kaká voltou a defender a seleção brasileira. E, com o melhor jogador do mundo no time, o Brasil mostrou outra vez um futebol convincente ao derrotar a Venezuela por 4 a 0, na tarde deste domingo, em San Cristóbal, na Venezuela. A construção do placar elástico foi possível graças a um início arrebatador do quarteto ofensivo, formado por Robinho, Adriano e Elano, além do jogador do Milan.
Antes dos 20min do primeiro tempo, o Brasil já comemorava a vantagem por 3 a 0 sobre o adversário. Inspirados, Kaká e Robinho marcaram os dois primeiros, enquanto Adriano ampliou o placar, após grande cruzamento de Elano. Na segunda etapa, o camisa 11 da seleção e recém-contratado para o ataque do Manchester City voltou a balançar as redes, dando números finais ao jogo.
"Mostramos atitude e velocidade, tudo que sempre querem ver na seleção brasileira", resumiu o meia Kaká.
Com esse resultado, o Brasil reassumiu o segundo lugar das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Apesar de somar os mesmos 16 pontos da Argentina, os brasileiros levam vantagem por terem um saldo de gols maior (11 a 7). O Paraguai segue na liderança, com 20 pontos.
Mesmo com o bom futebol apresentado, os brasileiros contaram com a apatia da Venezuela, que com a derrota deste domingo permanece com apenas sete pontos, na penúltima colocação das eliminatórias.
Os jogadores brasileiros, no entanto, tiveram de superar outro problema antes mesmo da partida. Uma indisposição estomacal assolou boa parte da seleção, e diversos atletas reclamaram de dores. Existe a suspeita de que a alimentação possa ter sido contaminada.
"O Lúcio e Elano vomitaram durante o intervalo. O Gilberto falou que estava com o estômago embrulhado, e agora é o Maicon", explicou o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva, à ESPN Brasil.
Independentemente dos problemas, a Venezuela teve a primeira boa chance da partida, quando Guerra aproveitou um "chutão" do goleiro Vega e saiu na cara de Júlio César. A euforia dos donos da casa, no entanto, não durou muito. Aos 5min, Kaká fez boa jogada pela direita e, após invadir a área, tirou o marcador do lance para chutar e abrir o placar. Com isso, o jogador do Milan agora divide a artilharia do país nas eliminatórias com Luis Fabiano, já que ambos balançaram as redes quatro vezes.
O gol logo no início deu mais tranqüilidade aos brasileiros, mas isso não significou que o poder ofensivo diminuiu. Pelo contrário. Quatro minutos depois de Kaká abrir o placar, Robinho arriscou um chute da intermediária e também balançou as redes.
A Venezuela ainda não tinha assimilado os dois golpes e recebeu o terceiro, após uma boa jogada brasileira. Kaká inverteu o lance até Elano, que após dominar, cruzou de primeira para Adriano marcar. Com isso, o atacante voltou a balançar as redes com a camisa verde-amarela, fato que não acontecia desde a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e de quebra atingiu a marca de 28 gols pela seleção.
Com a grande vantagem construída logo no início do jogo, o time brasileiro relaxou um pouco. Mesmo assim, aos pentacampeões continuaram melhores na partida, mas desta vez passaram a desperdiçar chances.
"Temos de manter esse ritmo. Criamos muitas oportunidades, conseguimos marcar, mas perdemos outras chances. É muito bom marcar depois de tanto tempo sem fazer gols pela seleção. É bom voltar dessa maneira", comentou Adriano, durante o intervalo da partida.
Com os cerca de 40 mil torcedores criticando o futebol apresentado pelos donos da casa, a equipe da Venezuela voltou um pouco melhor para o segundo tempo e, mesmo quando acertavam tudo, ainda precisavam superar um Júlio César inspirado. Quando foi requisitado, o camisa 1 do Brasil mostrou que estava em forma, como em um lance em que fez duas defesas consecutivas.
O quarteto ofensivo armado por Dunga continuava bem. Mesmo sem o mesmo brilhantismo nas finalizações apresentado na primeira etapa, os brasileiros tinham muita facilidade para trocar passes e partir em contra-ataques. E, aos 21min, Robinho decretou a goleada brasileiro. Após ótimo lançamento de Kléber, o camisa 11 dominou na área e, com categoria, chutou para marcar o quarto gol da seleção, o segundo dele no jogo.
Logo na seqüência, com o jogo definido, Dunga optou por promover a estréia do meia Alex, do Internacional, na seleção brasileira. O jogador entrou no lugar de Kaká, que deixou o gramado sendo aplaudido pela torcida da Venezuela.
Já aos 33min, foi a vez de Mancini substituir Josué. Com isso, o jogador da Inter de Milão, que já havia vestido a camisa verde-amarela quando atuava como lateral-direito, fez a sua "estréia" com Dunga e na nova posição, como meia-atacante.
Com todas as mudanças, a Venezuela trocava passes na intermediária tentando encontrar espaços para, pelo menos, descontar. O Brasil, por sua vez, não tinha pressa e esperava o momento certo para sair em contra-ataques. No fim, Mancini quase conseguiu marcar o quinto, após bom chute cruzado, mas o árbitro já havia assinalado impedimento de Alex.
Na próxima rodada, o Brasil jogará no Maracanã contra a Colômbia, na quarta-feira, às 21h50. No mesmo dia, a Venezuela receberá o Equador, em Puerto La Cruz.
fonte: Uol Esporte
Antes dos 20min do primeiro tempo, o Brasil já comemorava a vantagem por 3 a 0 sobre o adversário. Inspirados, Kaká e Robinho marcaram os dois primeiros, enquanto Adriano ampliou o placar, após grande cruzamento de Elano. Na segunda etapa, o camisa 11 da seleção e recém-contratado para o ataque do Manchester City voltou a balançar as redes, dando números finais ao jogo.
"Mostramos atitude e velocidade, tudo que sempre querem ver na seleção brasileira", resumiu o meia Kaká.
Com esse resultado, o Brasil reassumiu o segundo lugar das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Apesar de somar os mesmos 16 pontos da Argentina, os brasileiros levam vantagem por terem um saldo de gols maior (11 a 7). O Paraguai segue na liderança, com 20 pontos.
Mesmo com o bom futebol apresentado, os brasileiros contaram com a apatia da Venezuela, que com a derrota deste domingo permanece com apenas sete pontos, na penúltima colocação das eliminatórias.
Os jogadores brasileiros, no entanto, tiveram de superar outro problema antes mesmo da partida. Uma indisposição estomacal assolou boa parte da seleção, e diversos atletas reclamaram de dores. Existe a suspeita de que a alimentação possa ter sido contaminada.
"O Lúcio e Elano vomitaram durante o intervalo. O Gilberto falou que estava com o estômago embrulhado, e agora é o Maicon", explicou o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva, à ESPN Brasil.
Independentemente dos problemas, a Venezuela teve a primeira boa chance da partida, quando Guerra aproveitou um "chutão" do goleiro Vega e saiu na cara de Júlio César. A euforia dos donos da casa, no entanto, não durou muito. Aos 5min, Kaká fez boa jogada pela direita e, após invadir a área, tirou o marcador do lance para chutar e abrir o placar. Com isso, o jogador do Milan agora divide a artilharia do país nas eliminatórias com Luis Fabiano, já que ambos balançaram as redes quatro vezes.
O gol logo no início deu mais tranqüilidade aos brasileiros, mas isso não significou que o poder ofensivo diminuiu. Pelo contrário. Quatro minutos depois de Kaká abrir o placar, Robinho arriscou um chute da intermediária e também balançou as redes.
A Venezuela ainda não tinha assimilado os dois golpes e recebeu o terceiro, após uma boa jogada brasileira. Kaká inverteu o lance até Elano, que após dominar, cruzou de primeira para Adriano marcar. Com isso, o atacante voltou a balançar as redes com a camisa verde-amarela, fato que não acontecia desde a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e de quebra atingiu a marca de 28 gols pela seleção.
Com a grande vantagem construída logo no início do jogo, o time brasileiro relaxou um pouco. Mesmo assim, aos pentacampeões continuaram melhores na partida, mas desta vez passaram a desperdiçar chances.
"Temos de manter esse ritmo. Criamos muitas oportunidades, conseguimos marcar, mas perdemos outras chances. É muito bom marcar depois de tanto tempo sem fazer gols pela seleção. É bom voltar dessa maneira", comentou Adriano, durante o intervalo da partida.
Com os cerca de 40 mil torcedores criticando o futebol apresentado pelos donos da casa, a equipe da Venezuela voltou um pouco melhor para o segundo tempo e, mesmo quando acertavam tudo, ainda precisavam superar um Júlio César inspirado. Quando foi requisitado, o camisa 1 do Brasil mostrou que estava em forma, como em um lance em que fez duas defesas consecutivas.
O quarteto ofensivo armado por Dunga continuava bem. Mesmo sem o mesmo brilhantismo nas finalizações apresentado na primeira etapa, os brasileiros tinham muita facilidade para trocar passes e partir em contra-ataques. E, aos 21min, Robinho decretou a goleada brasileiro. Após ótimo lançamento de Kléber, o camisa 11 dominou na área e, com categoria, chutou para marcar o quarto gol da seleção, o segundo dele no jogo.
Logo na seqüência, com o jogo definido, Dunga optou por promover a estréia do meia Alex, do Internacional, na seleção brasileira. O jogador entrou no lugar de Kaká, que deixou o gramado sendo aplaudido pela torcida da Venezuela.
Já aos 33min, foi a vez de Mancini substituir Josué. Com isso, o jogador da Inter de Milão, que já havia vestido a camisa verde-amarela quando atuava como lateral-direito, fez a sua "estréia" com Dunga e na nova posição, como meia-atacante.
Com todas as mudanças, a Venezuela trocava passes na intermediária tentando encontrar espaços para, pelo menos, descontar. O Brasil, por sua vez, não tinha pressa e esperava o momento certo para sair em contra-ataques. No fim, Mancini quase conseguiu marcar o quinto, após bom chute cruzado, mas o árbitro já havia assinalado impedimento de Alex.
Na próxima rodada, o Brasil jogará no Maracanã contra a Colômbia, na quarta-feira, às 21h50. No mesmo dia, a Venezuela receberá o Equador, em Puerto La Cruz.
fonte: Uol Esporte
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